Entre a aula que terminou e a que ainda vem. Entre uma reunião e a próxima. No silêncio antes de dormir. Há momentos em que escrever à mão é a única forma honesta de pensar, e o caderno em que você escreve faz diferença.
Em um círculo de formação, com uma intuição simples: o trabalho sério merece ferramentas sérias. Não importa se o trabalho é estudar, escrever um projeto, ou anotar a meditação da manhã. O instrumento que serve à vida precisa estar à altura dela.
A maioria dos cadernos modulares fecha com elástico. O elástico estica, perde forma, marca o couro. Optamos pelo botão de pressão, que fecha firme, abre quando você quer, e dura tanto quanto a peça toda.
Toda a VID foi construída assim: de maneira estratégica para o dia a dia.
Você relê. Você retoma. Conecta uma ideia da semana passada com uma leitura de hoje. As páginas se acumulam, e o caderno deixa de ser caderno: vira uma extensão de você, o registro de uma unidade de vida.
É o que separa quem anota e perde de quem anota e aprofunda.
Não é caderno de uma estação. É objeto que envelhece com você, e que vai ficar na mesa enquanto a vida acontece em volta. Um companheiro para toda a vida.
Couro natural brasileiro, entre 1,3 e 1,8 mm conforme o modelo. Fechamento por botão de pressão.
A5 fechado. Cabe em mochila, em bolsa, em gaveta de escrivaninha.
4 caderninhos intercambiáveis em sulfite 90 g.
Feito à mão no Brasil.
O caderno de quem estuda, trabalha e reza.
Sobre a mesa de quem estuda para uma prova longa. Aberto na pausa do meio-dia, ao lado do café. Na mochila a caminho de uma reunião. Sobre o criado-mudo, antes de dormir.
A VID é feita para o cotidiano não para a vitrine. Para o gesto repetido de abrir, escrever, fechar, voltar. Para acompanhar uma vida inteira sem chamar atenção para si mesmo.
A VID nasceu da convicção de que existem coisas que merecem ser feitas para durar. Em um tempo que se produz coisas descartáveis, quisemos construir um caderno que acompanhe uma vida inteira.
Couro brasileiro. Sistema modular livre. Feito em pequena escala, no Brasil.
Para quem leva o cotidiano a sério.